“Não basta que o marketing seja guiado por dados. É preciso gerar soluções com esses dados”, diz Martha Gabriel, futuróloga e autora


Estamos em 2022 e as tendências de marketing e novas tecnologias parecem estar chegando a um nível em que nós, profissionais de marketing, muitas vezes nos encontramos ‘patinando’ para dominar e aplicar estratégias com resultados reais em desempenho.

Enquanto novas redes sociais vão surgindo (Olá, TikTok!), outras já estabelecidas no mercado estão constantemente atualizando novas funcionalidades e trazendo novidades que pensam na criação de conteúdo (não só para marcas, mas principalmente para O Criador) e sobretudo, claro, a fidelização do usuário – que hoje em dia nem precisa sair da rede social para fazer compras.

Acrescente isso a uma preocupação crescente (e necessária) sobre a mudança da política de privacidade em um cenário em que Biscoitos Eles parecem estar em contato em um momento em que nunca foi tão importante ter uma base sólida de mídia própria e dados primários para personalizar suas campanhas.

E, claro, ainda nem começamos a falar de alguns recursos que estão em alta este ano: NFTs, Metaverse, Cryptos, Tokens… a lista continua.

Esses avanços tecnológicos estão levando a mudanças significativas no comportamento do consumidor. Por isso, é importante que profissionais de marketing e empresas entendam o que é necessário para evoluir sua visão estratégica e se adaptar às diversas transformações e inovações desse novo ambiente digital.

Como diz Martha Gabriel, uma das principais pensadoras digitais do Brasil, “os resultados dependem não apenas dos dados, mas também do processo de transformar esses dados em conhecimento e ação”.

Ela está participando do The Jam Session, webinar gratuito da Rock Content para ajudar profissionais de marketing e vendas a escalar seus negócios, nesta terça-feira, 19, às 17h.Entrar!).

Autor best-seller Marketing na era digital, Educar: a (r)evolução digital na educação e Você, eu e os robôs, Martha é um ícone multidisciplinar em negócios, tendências e inovação. Como palestrante do 6 TEDx, keynote speaker internacional com mais de 80 apresentações no exterior, ganhou três vezes o prêmio de melhor palestrante em eventos nos Estados Unidos.

O autor compartilhou alguns dos tópicos que você verá na jam session do nosso blog. Dinheiro!

“A mudança na política de privacidade e o fim do suporte a cookies forçarão as marcas a investir cada vez mais em sua própria mídia e obter dados primários para poder personalizar suas campanhas”.

Marta Gabriel

Conteúdo da saia: As redes sociais estão cada vez mais integrando novas funções em suas plataformas. Seja para promover monetização e branding com O Criador para facilitar isso negociação social ou simplesmente aumentar a retenção.

Quais são as principais oportunidades que as marcas precisam estar cientes nesse “multiverso” nas mídias sociais?

Marta Gabriel: A proliferação de recursos nas plataformas de mídia social permitiu que as pessoas se envolvessem em cada vez mais atividades online (incluindo recursos que antes não eram possíveis) e também criou oportunidades cada vez maiores para personalização e criação de conteúdo.

Como resultado, estamos vendo um aumento na quantidade de tempo que as pessoas passam nessas plataformas e na qualidade da experiência online. Isso incentiva mais maneiras de as pessoas interagirem com as marcas, O Criador e um ao outro, alívio colaborações e a produção de UGC (Conteúdo gerado por usuários – Conteúdo Gerado pelo Usuário) que oferecem novas oportunidades para a criação de estratégias orgânicas de divulgação.

Mas por mais que a produção de conteúdo se expanda e mais tempo seja gasto online, a atenção das pessoas é limitada. Soma-se a isso a crescente complexidade e fragmentação do ambiente. Nesse sentido, para alcançar e ampliar resultados, as marcas precisam cada vez mais conhecer as especificidades e potencialidades de cada plataforma e o comportamento dos usuários em cada uma delas para desenvolver estratégias transmídia. Conte históriaspara obter o máximo potencial do conteúdo produzido.

CR: Criptomoedas e tokens como NFTs estão entre os tópicos mais discutidos atualmente como “tendências para o futuro do marketing”. Como essas novas tecnologias podem realmente influenciar as estratégias de marca e gerar oportunidades?

MG: Dois fatores são essenciais para a existência de um mercado: 1) commodities a serem negociadas; 2) formas de realizar transações, como B. comércio ou comércio. Na última década, as criptomoedas contribuíram para o segundo fator e, recentemente, as NFTs aumentaram o primeiro.

Antes de o NFTs (Tokens não fungíveis ou tokens não fungíveis, em português), não foi possível registrar fungíveis digitais como arte, propriedade digital, momentos, etc. Os NFTs Blockchain não apenas tornaram esses registros viáveis, mas também o registro de cada experiência única – seja digital ou física, tangível ou intangível. Com isso, os NFTs permitem um aumento significativo na quantidade de mercadorias disponíveis no mercado, ao lado de estratégias inéditas envolvendo produtos e experiências digitais – como skins, acesso, ingressos para shows etc. – além da possibilidade de fragmentação de produtos para comercialização.

Twitter e Instagram já deram os primeiros passos para o lançamento de NFTs, com planos para que os usuários possam monetizar ou exibir seus tokens. Devemos ver mais plataformas aderindo a este tipo de movimento, pelo que as NFTs normalmente representam uma verdadeira fusão de experiências entre os universos online e offline, criando oportunidades para marcas que as saibam utilizar estrategicamente.

CR: No livro MKT na era digital – O futuro do marketingorganizado por você e seus coautores, há um capítulo explicando a diferença entre uma empresa orientada por dados e uma que também é uma martech, indicando que a segunda opção é a melhor. Você pode explicar um pouco esse conceito para o nosso público?

MG: Uma empresa orientada a dados é uma empresa que usa dados para tomar decisões. No entanto, os resultados dependem não apenas dos dados, mas também do processo de transformar esses dados em conhecimento e ação. Então não basta que um negócio seja movido por dados – é preciso também ampliar o potencial desses dados para gerar soluções, o que geralmente é feito por meio da tecnologia.

Por exemplo, existem empresas que usam tecnologia e dados para oferecer soluções que ajudam a melhorar o funcionamento do sistema de saúde – o tecnologia de saúde –, outros para tornar as soluções energéticas mais baratas – o Tecnologia de Energia -, outros para trazer inovação para a agricultura – o Engenheiro agrônomo -, e assim por diante. Se o foco da empresa é o uso de tecnologia e dados para usar o marketing, temos um martech. Então, não apenas isso é orientado por dados, mas também martechs Usar a tecnologia para desenvolver soluções de marketing, como B. Automação de marketing, IA (Inteligência artificial) para análise de sentimentos ou previsão de comportamento do consumidor, IA para criação de conteúdo, uso de reconhecimento facial para acelerar pagamentos, etc.

CR: Em matéria de dados: A que os profissionais têm de prestar atenção hoje para poderem sobreviver num futuro fortemente centrado na proteção de dados pessoais, e onde Biscoitos Parece que seus dias estão contados?

MG: A mudança na política de privacidade e o fim do suporte para Biscoitos vai obrigar as marcas a investir cada vez mais em suas próprias mídias e obter dados primários para adequar suas campanhas – isso exige que os profissionais de marketing desenvolvam estratégias cada vez mais eficientes para engajar seu público nas ações e construir relacionamentos.

Como nos ensina Mario Quintana, “O segredo não está em perseguir borboletas, mas em cuidar do seu jardim para que elas venham até você”. infoentretenimento (informação + entretenimento), O Criador e UGC estão entre as melhores opções para “cuidar do jardim”, ou seja, obter resultados.

Após pesquisas por GUERRA e Publicis Group, os desenvolvedores incentivam a descoberta de produtos (78%), educam e informam (76%) e inspiram o público a experimentar novos produtos (73%). Em média, 77% dos consumidores dizem que as plataformas sociais os ajudam a obter insights sobre marcas e produtos anteriormente desconhecidos.

CR: Que outras tendências importantes para o futuro do marketing podemos esperar ver em nossa jam session?

MG: Vamos falar sobre as tendências que apresentamos no livro TENDÊNCIAS Marketing na era digital: o futuro do marketing e porque devemos incluí-los em nosso radar e cada vez mais nas estratégias de marketing para obter resultados.

Não perca a conversa ao vivo com Martha Gabriel nesta terça-feira, 21, às 17h. É gratuito e você pode fazer perguntas. é apenas registrar!

O futuro do marketing com Martha Gabriel

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