Core Web Vitals: SEO Index NPBR


Core Web Vitals: SEO Index NPBR

Já está por dentro dos Core Web Vitals?

Adianto a você que tem a ver com a experiência do usuário, um conceito em alta e cada vez mais presente, inclusive, na classificação dos resultados no Google.

Estou falando sobre a mais nova atualização do algoritmo do buscador.

Ela começou a valer em junho de 2021 e passa a influenciar diretamente no ranqueamento das páginas.

Ou seja, se você tem ou participa de uma estratégia de SEO (Search Engine Optimization), precisa entender o que é e como isso afeta seu trabalho.

Aliás, os impactos foram percebidos imediatamente, em alguns casos.

É muito interessante observar como algumas empresas já começaram a desfrutar da otimização de seus conteúdos com base nas novas diretrizes.

Por exemplo, um teste A/B conduzido pela Web.Dev constatou que a Vodafone, líder mundial em telecomunicações, melhorou em 31% uma das métricas dos Core Web Vitals.

A partir daí, elevou em 8% seu volume de vendas, em 15% sua taxa de visitação e em 11% no seu carrinho de compras.

Essa é apenas uma mostra de quanto é importante se manter atualizado quando o assunto é SEO.

E é para ajudar você nessa missão que preparei este conteúdo.

Agora, você vai saber tudo sobre os Core Web Vitals, a Google Page Experience e como fazer para garantir um bom ranqueamento a partir dessas atualizações.

O que é e para que serve o Core Web Vitals?

Core Web Vitals

Core Web Vitals é o nome dado pelo Google para designar o conjunto de indicadores que ajudam a avaliar a experiência do usuário em uma página na internet. 

Lançada em maio de 2020, a iniciativa foca em três pontos principais: velocidade, capacidade de resposta e estabilidade visual. 

No entanto, novos parâmetros devem ser adicionados anualmente para que as principais métricas da web fiquem ainda mais completas.

A partir dessas variáveis, os proprietários de sites podem otimizar seus conteúdos a fim de oferecer uma experiência mais agradável aos visitantes.

Por consequência, a ideia é obter um ranqueamento melhor no principal buscador do mundo.

As oportunidades de melhoria, informações e recomendações a respeito dos Core Web Vitals estão ao seu alcance nas atualizações feitas nas principais ferramentas para desenvolvedores (falarei mais sobre elas mais à frente) e no relatório do Google Search Console.

Foco na experiência do usuário

Não é de hoje que o Google tem dado cada vez mais protagonismo à experiência ao usuário, ainda que a própria empresa explique que essa variável não substitui a importância de um conteúdo de valor, por exemplo.

Uma demonstração clara desse posicionamento é a Page Experience Update, uma atualização que passa a incluir a maneira de como o visitante interage com um site como fator de ranqueamento.

A medida já entrou em vigor e passou a fazer parte dos principais itens a serem considerados na construção de uma estratégia de SEO.

Para além das métricas estabelecidas pelos Core Web Vitals, há outros indicadores, como otimização mobile, protocolo HTTPS, segurança na navegação e ausência de anúncios intrusivos.

A origem dos Core Web Vitals

Há pelo menos três anos, o Google vem pensando em como fazer para valorizar a experiência do usuário como um critério de ranqueamento.

Antes do Page Experience Update e dos próprios Core Web Vitals, a empresa desenvolveu a First Contentful Paint (FCP), a Primeira Exibição de Conteúdo, como uma espécie de embrião para as soluções que estavam por vir.

Ainda em 2019, a FCP funcionava como uma métrica de avaliação de desempenho da velocidade de carregamento dos sites. 

Na prática, ela mostrava quanto tempo demorava para os primeiros sinais de conteúdo começassem a aparecer na tela.

No entanto, o indicador não era preciso, pois não conseguia determinar quando, de fato, algo de relevante estava à disposição do usuário.

Ou seja, os desenvolvedores e os profissionais que trabalhavam com o site não tinham um parâmetro confiável para se basear e pensar em melhorias efetivas para as suas páginas.

Métricas avaliadas

Core Web Vitals

A iniciativa frustrada com a FCP fez com que o Google buscasse outras métricas que realmente pudessem trazer números mais confiáveis a respeito da experiência do usuário.

A ideia era, a partir daí, ajudar proprietários e desenvolvedores de sites a oferecerem melhorias significativas em suas páginas em termos de performance. 

Foi quando surgiram os Core Web Vitals e seus três indicadores: Largest Contentful Paint (LCP), First Input Delay (FID) e Cumulative Layout Shift (CLS).

LCP (tempo de carregamento)

Não adiantava o FCP apontar quanto tempo demorava para aparecer os primeiros indícios de conteúdo em uma página, se eles não fossem relevantes.

Por isso, surgiu o LCP, que calcula a demora para carregar o conteúdo mais pesado (principal) da página – normalmente, uma imagem. 

Segundo o Google, essa espera não pode superar os 2,5 segundos para gerar uma avaliação positiva.

A Largest Contentful Paint é a métrica que corresponde ao primeiro dos três critérios observados pelos Core Web Vitals para avaliação da experiência do usuário.

Ou seja, ao carregamento. 

FID (interações)

A métrica calcula a latência da página. 

Em outras palavras, é o tempo que demora para a página responder à primeira interação do usuário, como um clique, por exemplo.

Segundo o Google, esse intervalo não deve ser superior a 100 ms se a ideia é ter uma nota satisfatória.

A First Input Delay é o indicador que corresponde ao segundo dos três critérios observados pelos Core Web Vitals para a avaliação da experiência do usuário.

É a capacidade de resposta (interatividade).

CLS (Estabilidade visual)

Por fim, o CLS mede a estabilidade visual de uma página, obedecendo, portanto, ao último critério analisado pelos Core Web Vitals na avaliação da experiência do usuário.

Na prática, o Cumulative Layout Shift calcula o quanto a aparência de uma página se modifica durante o seu carregamento. 

Botões que mudam de lugar, informações que se sobrepõem às outras e outros elementos que alteram suas posições nesse intervalo tendem a ser penalizados em suas notas finais.

De acordo com o Google, em uma escala de 0 a 10, o ideal para um bom desempenho é que o indicador fique abaixo de 0.1.

Vale ressaltar que, para cada métrica, são atribuídas três tipos de status conforme a performance alcançada: bom, melhorias necessárias e ruim.

Mobile friendly

Todo o conteúdo do seu site, bem como a sua estrutura em si, deve ser adaptável, sem prejuízos, à navegação em dispositivos móveis.

Ou seja, é preciso investir em responsividade ou em uma interface híbrida para que suas páginas possam ser acessadas em todos os tamanhos de tela.

Certificado de segurança (HTTPS)

A chamada safe browsing ou navegação sem empecilhos trata sobre a segurança na rede. 

Se você pretende que o seu site ranqueie bem, precisa evitar os conteúdos maliciosos, os famosos malwares, e também aquelas postagens enganosas, conhecidas como phishing.

Atenção! Garantir uma navegação segura não significa a mesma coisa que ter um certificado HTTPS. 

Para garantir, de fato, uma navegação segura, além de se preocupar com conteúdos maliciosos e enganosos, você também deve proteger as informações trocadas em seu site.

Por isso, deve acrescer uma camada extra de proteção, a chamada Secure Socket Layer ou simplesmente SSL. 

Esse certificado ajuda a encriptar dados, tornando as ações virtuais criminosas mais difíceis. 

Pop-ups intrusivos

Nada mais chato que acessar um site e ele abrir uma série de anúncios e janelas indesejadas.

Os chamados pop-ups intrusivos ou intersticiais intrusivos passam a ser passíveis de punição.

A exceção fica por conta de alertas de cookies, verificadores de faixa etária e algumas publicidades, desde que usados com moderação, sem prejudicar a navegação intuitiva.

Critérios de pontuação (Score Neil Patel Brasil)

O Core Web Vitals é um divisor de águas para quem trabalha com SEO, como foi o algoritmo Penguim há alguns anos.

Nesse caso, o salto talvez tenha sido ainda maior, já que a experiência do usuário passa a contar com critérios sólidos e verificáveis como fator de ranqueamento.

Embora isso já fosse levado em consideração, para quem administra um site a coisa não era tão clara, embora fatores como responsividade, segurança e usabilidade sejam conhecidos há algum tempo.

A diferença é que agora sabemos mais precisamente o que deve ser feito para deixar um site dentro dos melhores padrões de UX do Google.

A Neil Patel Brasil, consultoria que lidero com a minha equipe, foi a campo para entender melhor de que forma uma mudança dessa envergadura impacta as empresas e seus negócios.

Para isso, conduzimos um estudo abrangente, do qual participaram 150 marcas de diferentes segmentos do mercado brasileiro.

O resultado é uma análise completa dos primeiros impactos do Core Web Vitals depois da última atualização feita pelo Google em fevereiro de 2022.

O objetivo foi avaliar o desempenho das marcas e se elas estão realmente prontas para o novo cenário.

Os resultados surpreenderam até certo ponto, tanto positiva quanto negativamente.

No lado bom, está a relativa boa performance de uma boa parcela das empresas nos segmentos analisados.

Por outro lado, em certos itens, muitas estão longe de se ajustar às atualizações.

Os critérios de avaliação aplicados na pesquisa são os mesmos já abordados neste texto:

  • LCP
  • FID
  • CLS
  • Mobile friendly
  • Certificado HTTPS
  • Pop-ups intrusivos.

Segmentos avaliados

O estudo seria enviesado se não fosse feito com empresas representativas dos segmentos mais importantes para a economia.

Por isso, fomos buscar empresas que atuassem nos seguintes setores:

  • Alimentos
  • Auto
  • Aplicativos
  • Beleza
  • Benefícios
  • Bens de Consumo
  • Educação
  • Eletrônicos
  • Entretenimento
  • Financeiro
  • Home
  • Moda
  • Pet
  • Saúde
  • Telefonia
  • Vendas 
  • Viagem.

Por ser um estudo sobre um cenário inédito, tivemos que, além de contar com uma amostra representativa, criar um novo critério de pontuação.

Assim, desenvolvemos o Score Neil Patel Brasil, no qual adotamos uma metodologia de pontuação de 0 a 5 para cada métrica analisada.

Evidentemente, priorizamos e distribuímos o maior peso para os Core Web Vitals (LCP, CLS e FID), fatores principais de avaliação deste estudo.

Para as métricas Mobile-friendly, HTTPS e Intrusive interstitial, atribuímos menor peso na avaliação, até por serem fatores de ranqueamento consolidados há anos.

A divisão ficou assim:

  • LCP: 1,5 ponto
  • CLS: 1,05 ponto
  • FID: 0,7 ponto
  • Mobile friendly, HTTPS e pop ups intrusivos: 0,5 ponto cada
  • Total: 5 pontos.

“Interessante, Neil, mas por que o LCP tem esse peso todo?”

Eu e minha equipe não poderíamos estipular valores para os itens do Core Web Vitals sem procurar saber antes o que o próprio Google diz a respeito deles.

Nesse sentido, o LCP é o fator principal, perfazendo 50% por peso do CWB, e quem diz isso é o site web.dev do Google, voltado para desenvolvedores.

Para as métricas restantes, distribuímos a pontuação conforme a métrica Safe Browsing, também do Google, conforme a relevância de cada uma na ferramenta Pagespeed Insights. 

Segmentos que se destacaram

Apesar do CWV ter sido lançado em 2020, a verdade é que, para muitas empresas, as mudanças ainda são muito recentes.

Atender aos novos critérios representa ainda um grande desafio, até porque uma parte das plataformas de gestão de sites também não estava preparada.

Levando em conta o fato de que o Core Web Vitals é novidade e que ele traz mudanças profundas, considero os resultados para certos segmentos bastante animadores.

Por setor, o nosso top 5 ficou assim:

  • 1º lugar: Bens de Consumo – 3,12/5
  • 2º lugar: Vendas – 2,99/5
  • 3º lugar: Pet – 2,90/5
  • 4º lugar: Viagens – 2,89/5
  • 5º lugar: Aplicativos – 2,83/5.

“Poxa Neil, nenhum setor alcançou nota máxima”?

Lembre-se: o CWV trouxe mudanças profundas e ainda é relativamente recente.

Portanto, seria quase milagroso que todo um setor apresentasse alta performance nesse novo cenário.

O setor de bens de consumo, nesse aspecto, destaca-se em primeiro lugar até por conta do maior volume de acessos, o que exige mais atenção para as otimizações.

Chama a atenção a posição do setor de aplicativos que, teoricamente, deveria encabeçar este top 5.

Uma possível explicação para o desempenho inferior é que, por focarem suas atividades nos apps, os sites acabam sendo subutilizados, o que leva algumas marcas a negligenciarem a questão da performance.

Segmentos abaixo da média

Como todo estudo de mercado, além dos objetivos específicos, é preciso colocar o “dedo na ferida”, se assim for necessário.

Assim como revelamos o top 5 dos segmentos que se destacam positivamente no contexto do Core Web Vitals, temos sua versão equivalente negativa.

Nesse aspecto, os setores com as piores pontuações são os de:

  • Moda: 1,99/5
  • Home: 2,08/5
  • Eletrônicos e Alimentos: 2,31/5
  • Beauty: 2,36/5
  • Benefícios: 2,45/5.

Em meio aos sites analisados, descobrimos falhas graves em termos de LCP e CLS até em grandes e-commerces.

Não podemos esquecer que o Google está sendo implacável com os sites que não atendem aos requisitos do CWV.

Quem não proporciona uma boa experiência e navegação de alta velocidade em LCP, FID e CLS está sendo duramente penalizado com perdas expressivas na SERP.

Se você tem um site ou é gestor de um, provavelmente deve ser observado isso nos resultados do Analytics e nos relatórios do Search Console.

Eu mesmo tenho recebido muitas queixas e dúvidas sobre uma queda “misteriosa” e repentina da performance de alguns sites.

Pois saiba que isso nada mais é do que o Core Web Vitals e suas penalidades sendo impostas para valer.

Principais insights

Ainda que haja sempre variações, na média o resultado do estudo foi satisfatório para a maioria das empresas.

Há muito o que melhorar, mas a estrada não é tão longa quanto se imaginaria, considerando as modificações recentes.

Um resultado que chamou a atenção e que não chega a ser uma surpresa é a baixa pontuação das empresas em relação ao fator mais importante, o LCP.

Conforme levantamos, apenas 7% das marcas apresentam um LCP positivo, ou seja, 93% não estão em conformidade em relação ao CWV.

O cenário para os critérios FID e CLS é um pouco menos preocupante.

No primeiro, 64% das marcas estão com seus sites otimizados, enquanto no segundo, o percentual é de 46%.

Não surpreendem também os resultados para os critérios de responsividade e navegação segura, nos quais as empresas quase gabaritaram.

Isso porque esses são fatores que já contam para o ranqueamento desde 2014, quando o HTTPS passou a ser considerado fundamental.

Em 2019, a atualização Mobile First Index colocou em primeiro plano também a responsividade, até como resposta para a pegada cada vez mais local do Google.

Com mais tempo, as empresas tiveram como implementar mudanças e fazer testes até que seus sites estivessem plenamente de acordo com os requisitos.

A notícia não tão boa é a alta incidência de pop-ups intrusivos, verificados em nada menos que 91% dos sites.

Apesar de pop-ups serem uma estratégia, da qual inclusive até já destaquei pontos positivos, no geral esse é um recurso mal visto pelo Google.

Melhores marcas na avaliação NPBR

Os resultados de cada segmento naturalmente refletem as performances das marcas que participaram do estudo.

Houve aquelas que se destacaram positivamente, graças às suas boas pontuações, e as que ainda estão deixando a desejar.

Quero deixar claro que figurar negativamente no SEO Index NPBR não é um atestado de incompetência.

Tudo que fizemos aqui foi somente apontar para possibilidades de melhoria, dentro da realidade que surge com o Core Web Vitals.

Dito isso, vamos conhecer as melhores marcas avaliadas por mim e pela minha equipe:

Posição Marca Segmento Nota
20ª Amazon Vídeo Entretenimento 3,25
19ª 123 Milhas Viagem 3,25
18ª Ferrero Bens de Consumo 3,25
17ª 17 Petz Pet 3,25
16ª Mercado Livre Vendas 3,25
15ª Positivo Educação 3,25
14ª Ambev Bens de Consumo 3,25
13ª Netflix Entretenimento 3,25
12ª Hypermarcas Bens de Consumo 3,25
11ª Renault Auto 3,25
10ª Nivea Beauty 3,95
Star+ Entretenimento 3,95
Azul Seguros Auto 4,3
Renner Moda 4,3
99 Aplicativos 5
Heineken Bens de Consumo 5
Clickbus Viagem 5
Nubank Financeiro 5
Hotel Urbano Hurb Viagem 5
Amazon Vendas 5

Média geral em Core Web Vitals

Deu para perceber que diversas marcas terminaram empatadas com a mesma pontuação, certo?

O que diferencia cada uma delas no ranking geral são as notas obtidas por item do Core Web Vitals, sendo o LCP o primeiro critério de desempate.

Então, para entendermos melhor o panorama, nada melhor do que conhecer a performance geral, conforme os parâmetros do Google.

Veja abaixo:

Critério Média Valor ideal (Google)
LCP 4,9 segundos até 2,5 segundos
CLS 0,33 até 0,1
FID 164 milissegundos até 100 milissegundos

Embora algumas marcas tenham o que comemorar, no geral, o mercado brasileiro ainda está relativamente longe de alcançar os padrões de excelência em UX do Google.

Acredito que isso não seja um problema, já que, como vimos, o fator tempo é fundamental quando se trata de adaptar um site a atualizações, ainda mais quando são tão abrangentes.

Como melhorar a sua nota Core Web Vitals

Core Web Vitals

Com a valorização da experiência do usuário como critério de ranqueamento do Google, garantir boas notas em cada uma das três métricas dos Core Web Vitals é essencial.

É claro que não basta você otimizar seu site apenas com base nos Core Web Vitals, pensando em ranqueamento. 

Na verdade, essas métricas vão funcionar mais como um critério de desempate entre os seus concorrentes e ajudar a garantir um posicionamento melhor.

O seu foco ainda deve ser dividido em oferecer um conteúdo relevante e de qualidade para que o usuário encontre respostas mais assertivas para suas buscas.

Ainda assim, é inegável que, quanto mais rápido você trabalhar o seu back-end e melhorar o tempo de carregamento, a interatividade e a estabilidade visual do seu site, mais competitivo será no Google.

Com base nos novos indicadores trazidos pelos Core Web Vitals, preparei uma lista de boas práticas para você garantir a melhor otimização para o seu site. 

Confira:

  • Remova os elementos mais pesados, como imagens em alta resolução, códigos, menus e widgets, além de recursos de monitoramento dispensáveis
  • Bloqueie de códigos CSS e Javascript
  • Renderize os conteúdos no lado do usuário final
  • Evite hospedagens compartilhadas
  • Use cache e pré-carregamento para os elementos estáticos do seu site
  • Prefira formatos mais leves, como o WebP para imagens, por exemplo
  • Utilize o protocolo HTTP/2
  • Use compressores de arquivos
  • Estipule medidas padrão para suas mídias
  • Reserve um espaço determinado para anúncios.

Ferramentas para analisar as novas métricas

A boa notícia é que diversas ferramentas já contam com atualizações para a análise dessas novas métricas.

Assim, podem ajudar você na otimização do seu site. 

Confira algumas das principais e como elas oferecem esse suporte:

PageSpeed Insights

A ferramenta PageSpeed Insights oferece um relatório bruto com as notas de cada uma das três métricas do Core Web Vitals. 

Para isso, basta você incluir o URL desejado e clicar em “analisar”.

Google Lighthouse 

A Google Lighthouse é uma extensão para o navegador Chrome.

Funciona como um bom complemento ao PageSpeed Insights, trazendo avaliações mais detalhadas que a ferramenta anterior.

Vale conferir as recomendações do Google sobre como utilizar.

Google Search Console

O Google Search Console possui uma aba específica para avaliação das métricas dos Core Web Vitals. 

Para fazer uma análise, basta clicar em “melhorias”, que a ferramenta vai apontar as páginas com os melhores e os piores desempenhos em tempo de carregamento, interatividade e estabilidade visual do seu site.

GTmetrix

A GTmetrix é uma alternativa ao Google Search Console, pois também oferece um relatório detalhado dos Core Web Vitals. 

Além disso, a ferramenta tem mais uma série de testes de análise de performance de sites.

Conclusão

De tempos em tempos, o Google realiza atualizações em seu algoritmo – e a criação de métricas como as Core Web Vitals é mais uma delas.

Essas mudanças apontam que, assim como o comportamento dos usuários, o SEO está em constante evolução.

Portanto, se você quiser se manter competitivo, não pode relaxar.

Vá além dos relatórios e dos gráficos de performance, começando, agora mesmo, a mudar a sua relação com o seu público a partir de um conteúdo relevante e otimizado.

O que achou da novidade?

Quais esforços você vem adotando para melhorar seus números de acordo com os Core Web Vitals?

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