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	<title>Acesso, o blog da democratização cultural</title>
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	<description>Notícias, Entrevistas, Artigos e Debates sobre Democratização Cultural</description>
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		<title>Fique Ligado! Fundo da UNESCO para a diversidade cultural recebe propostas de financiamento</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 18:45:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Acesso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Unesco]]></category>

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		<description><![CDATA[Organizações não governamentais nacionais que atuem na área da cultura, grupos vulneráveis ou minoritários e órgãos governamentais podem encaminhar pedidos de financiamento para projetos ou programas por eles desenvolvidos para o Fundo Internacional para a Diversidade Cultural, mantido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO. Serão disponibilizados até US$ 100 mil para cada projeto. <a href="http://www.blogacesso.com.br/?p=4960">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/diversidadecultural.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4962" title="diversidadecultural" src="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/diversidadecultural-300x170.jpg" alt="" width="300" height="170" /></a>Organizações não governamentais nacionais que atuem na área da cultura, grupos vulneráveis ou minoritários e órgãos governamentais podem encaminhar pedidos de financiamento para projetos ou programas por eles desenvolvidos para o <strong><a title="http://www.unesco.org/new/en/culture/themes/cultural-diversity/diversity-of-cultural-expressions/international-fund/" href="http://www.unesco.org/new/en/culture/themes/cultural-diversity/diversity-of-cultural-expressions/international-fund/" target="_blank">Fundo Internacional para a Diversidade Cultural</a></strong>, mantido pela <strong><a title="http://www.unesco.org/" href="http://www.unesco.org/" target="_blank">Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO</a></strong>. Serão disponibilizados até US$ 100 mil para cada projeto.</p>
<p>As propostas devem ser enviadas até o dia 31 de maio, para a <strong><a title="http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/networks/national-commission-in-brazil/" href="http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/networks/national-commission-in-brazil/" target="_blank">Comissão Nacional Brasileira para a UNESCO</a></strong>. Os projetos passarão por uma pré-seleção realizada em conjunto pela<strong> </strong>comissão brasileira<strong> </strong>e pelo <strong>Ministério da Cultura – MinC</strong>, a partir da qual quatro propostas brasileiras – duas apresentadas por órgãos governamentais e duas por ONGs – serão encaminhadas à sede da <strong>UNESCO</strong>. Os pedidos serão avaliados por um painel de seis especialistas nomeados pelo <strong><a title="http://www.cultura.gov.br/site/2007/06/21/comite-intergovernamental-da-convencao/" href="http://www.cultura.gov.br/site/2007/06/21/comite-intergovernamental-da-convencao/" target="_blank">Comitê Intergovernamental da Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais</a></strong>, formado por 24 países, do qual o Brasil faz parte.</p>
<p>O formulário de inscrição está disponível <a title="http://www.unesco.org/new/en/culture/themes/cultural-diversity/diversity-of-cultural-expressions/how-to-apply/" href="http://www.unesco.org/new/en/culture/themes/cultural-diversity/diversity-of-cultural-expressions/how-to-apply/" target="_blank">nesta página</a> e deve ser preenchido em inglês ou francês. A ficha deve ser enviada para <strong>Comissão Nacional Brasileira para a UNESCO, Divisão de Acordos e Assuntos Multilaterais Culturais (DAMC) – Ministério das Relações Exteriores, Palácio Itamaraty</strong> – Esplanada dos Ministérios – Bloco H, Brasília – DF – Brasil, CEP 70.170-900.</p>
<p>Criado a partir da <strong><a title="http://www.cultura.gov.br/site/2007/03/16/convencao-sobre-a-protecao-e-promocao-da-diversidade-das-expressoes-culturais/" href="http://www.cultura.gov.br/site/2007/03/16/convencao-sobre-a-protecao-e-promocao-da-diversidade-das-expressoes-culturais/" target="_blank">Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais</a></strong>, adotada pela <strong>UNESCO</strong> em 2005, o <strong>Fundo Internacional para a Diversidade Cultural</strong> tem como objetivo promover o desenvolvimento sustentável e a redução da pobreza nos países em desenvolvimento e menos desenvolvidos, por meio de programas que fortaleçam as políticas e instituições culturais e protejam as expressões de cultura em risco de extinção.</p>
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		<title>Eliana Yunes – 20 anos do Programa Nacional de Incentivo à Leitura – PROLER</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 16:21:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Acesso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Diretora da Cátedra UNESCO de Leitura PUC-Rio, Eliana Yunes participou de sua formação e, também, da estruturação do primeiro momento do Programa Nacional de Incentivo à Leitura – PROLER, que no último domingo (13/05) completou 20 anos. <a href="http://www.blogacesso.com.br/?p=4953">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/elianayunes1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4954" title="elianayunes1" src="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/elianayunes1-300x170.jpg" alt="" width="300" height="170" /></a>Diretora da <strong><a title="http://www.catedra.puc-rio.br/" href="http://www.catedra.puc-rio.br/" target="_blank">Cátedra UNESCO de Leitura PUC-Rio</a></strong>, Eliana Yunes participou de sua formação e, também, da estruturação do primeiro momento do <strong><a title="http://www.bn.br/proler/" href="http://www.bn.br/proler/" target="_blank">Programa Nacional de Incentivo à Leitura – PROLER</a></strong>, que no último domingo (13/05) completou 20 anos. Para marcar a ocasião, o blog <strong>Acesso</strong> publica entrevista com a pesquisadora sobre a formação de leitores e o papel da leitura literária na constituição do cidadão; sobre a criação do <strong>PROLER</strong> e da <strong>Cátedra Unesco de Leitura;</strong> e sobre o atual panorama da leitura no Brasil, traçado pela pesquisa <strong><a title="http://www.blogacesso.com.br/?p=4747" href="http://www.blogacesso.com.br/?p=4747" target="_blank">Retratos da Leitura</a></strong>, publicada pelo <strong><a title="http://www.prolivro.org.br/" href="http://www.prolivro.org.br/" target="_blank">Instituto Pró-Livro</a></strong>.</p>
<p>Durante a semana de 14 a 19 de maio, serão realizadas, em comemoração aos 20 anos do programa, diversas atividades na <strong><a title="http://www.bn.br/proler/casadaleitura.htm" href="http://www.bn.br/proler/casadaleitura.htm" target="_blank">Casa da Leitura</a></strong>, sede do <strong>PROLER</strong>, no Rio de Janeiro. A programação pode ser acessada <a title="http://www.bn.br/proler/20anosPROLER.htm" href="http://www.bn.br/proler/20anosPROLER.htm" target="_blank">nesta página</a>.</p>
<p><strong>Acesso – Qual o papel da leitura literária na formação do indivíduo?<br />
</strong><strong>Eliana Yunes –</strong> A leitura literária aciona imaginação, afetividade e raciocínio. Razão e sensibilidade são mobilizados simultaneamente. É o sujeito todo que se comove para entender o outro e, assim fazendo, entender-se a si mesmo. A literatura é a prima rica da filosofia e da lógica: ela ensina a pensar com toda a energia humana.</p>
<p><strong>Acesso – E o que significa negar ao cidadão o direito à leitura de literatura?<br />
</strong><strong>E. Y. – </strong>Esta privação do acesso à literatura significa privação do direito de saber e sentir que o mundo é maior, mais rico, mais complexo que o que ele vê e em que ele vive. A abertura de horizontes do humano se dá pelo sonho, desejo, fantasia que mobilizam a vontade.</p>
<p><strong>Acesso – Você poderia nos falar um pouco sobre a proposta que deu origem ao PROLER?<br />
</strong><strong>E. Y. – </strong>Já tanta água correu sob e sobre a ponte que temo chover no molhado falando do <strong>PROLER</strong>. Em linhas gerais, a proposta do <strong>PROLER</strong> era a de construir uma política de leitura fora dos gabinetes, a partir da vida concreta de mediadores “naturais” para formar leitores (nas famílias, escolas, bibliotecas, museus, cinema, etc.). Considerando sua existência e práticas, levando em conta sua experiência posta em trocas, poder-se-ia criar redes poderosas de saber e fazer. O conhecimento em diferentes esferas e níveis seria articulado, o que proporcionaria a desescolarização, a dinamização de acervos, e em uma ou duas gerações, todos entenderiam que há muito mais no aprender a ler e escrever que a mera gramática e ortografia.</p>
<p><strong>Acesso – E como foi a mobilização para que esses objetivos fossem alcançados?<br />
</strong><strong>E. Y. – </strong>Foi um projeto para muitos realizarem em conjunto, impossível de ser orquestrado com uma penada em um gabinete. Havia vontade política a começar pelo presidente da <strong>FBN </strong>[<strong>Fundação Biblioteca Nacional</strong>], o poeta Affonso Romano de Sant’Anna, compromisso político e social de Estados, municípios, universidades e agremiações civis, recursos ainda aquém do plano de incentivo à leitura, mas o desejo humano fora mobilizado.</p>
<p>O Brasil é mestre em jogar fora a criança com a água do banho. E olha que, em alguns momentos, pessoas instruídas, tidas por eruditas, são os agentes da destruição: vaidade e inveja assolam os direitos e compromissos com a população que paga com seus impostos o ir e vir de interesses menores. Fiquemos com Lobato como exemplo e até com Mário de Andrade, lembrados também por seus projetos minimizados.</p>
<p><strong>Acesso – Você é também responsável pela estruturação da Cátedra UNESCO de Leitura, na PUC-Rio. Conte-nos um pouco sobre esse processo.<br />
</strong><strong>E. Y. – </strong>A <strong>Cátedra</strong> nasceu no final do <strong>PROLER</strong> (original) como <strong>Reler</strong>, a rede de pesquisadores e promotores de leitura no Brasil – não buscamos por 8 anos a institucionalização, entendendo que a sociedade civil daria conta de manter-se articulada. Mas, sem recursos, a ação fica ao sabor das correntes. Juntar forças outra vez foi o mote. Reunidos os departamentos de <strong>Artes</strong>, de <strong>Educação</strong> e de <strong>Letras </strong>da <strong>PUC-Rio</strong>, com interesse na promoção da leitura, seus pesquisadores – Luiz Antonio Coelho, Tânia Dauster e Eliana Yunes – foram estimulados a apresentar à <strong>UNESCO</strong> seu projeto e pleito por um selo de qualidade.</p>
<p><strong>Acesso – Da ideia à concretização, o processo durou quanto tempo?<br />
</strong><strong>E. Y. – </strong>O processo foi longo, mas, afinal, <strong>UNESCO</strong> e <strong>PUC-Ri</strong>o assinaram, em 2006, o convênio que deu origem à <strong>Cátedra</strong> <strong>Unesco de Leitura PUC-Rio</strong> (o nome é uma marca universal de apoio). Nasceu, pois, interdisciplinar, com trocas multilaterais e focada na formação (no sentido de apoiar a criação da forma, como apontaria o poeta João Cabral de Mello Neto) de mediadores, para garantir qualidade, originalidade, sensibilidade e inteligência, sem academicismos ao incentivo à leitura, em múltiplas linguagens. Para isto, vital é ter pesquisadores, acervos e ações interinstitucionais que alimentem o processo, permanentemente em renovação, com o intuito de significar, construir sentido, interpretar o estar e ser no mundo de cada um na relação com os outros. A <strong>Cátedra</strong>, hoje, é este centro de referência internacional.</p>
<p><strong>Acesso – A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil revelou que 75% dos brasileiros não frequentam bibliotecas. Ainda, percebeu-se que o problema da leitura no país se dá, em primeiro lugar, pela falta de hábito e não pela falta de acesso. Como combater isso?<br />
</strong><strong>E. Y. – </strong>Podemos perguntar às escolas e às próprias bibliotecas. Por que será? De onde as populações tiram a desimportância da leitura? Mas há ainda que pensar que acesso não significa ter livros em prateleiras e acervos qualificados. Acesso é ter informação e oportunidade de experiência com a leitura que lhe seja prazerosa: que haja condições de descobrir que o “custo” da leitura tem compensações extraordinárias que podem proporcionar qualificação de vida! E por falar em “custo”, o livro não foi desonerado para o consumidor criar seu acervo.</p>
<p><strong>Acesso – A mesma pesquisa também demonstrou que, pela primeira vez, o professor ultrapassou a figura da mãe como principal motivador da leitura. Qual o papel das escolas na formação do hábito de leitura?<br />
</strong><strong>E. Y. – </strong>Bom, aí está. Nas famílias com tradição leitora, as crianças desde bebês tem contato com livros e histórias, hoje com narrativas literárias e fílmicas. Nas condições socioeconômicas em que vive a maioria, com facilidades para compra de carro e “linha branca”, mas nenhum estímulo para gastar com formação (educação e cultura), a responsabilidade da escola aumentou muito. Oferecer a experiência da leitura de forma sensível e inteligente é a primeira tarefa do professorado. Sem leitura não há aprendizagem, não há resignificação do conhecimento. Mas os programas que as secretarias determinam têm a leitura como algo institucional. Por isso, se dedicam a conteúdos que não conseguem ser filtrados pelos jovens em formação.</p>
<p>Além disso, as práticas leitoras nas escola são, em grande parte, insípidas e inodoras. Ninguém se lembra do que leu em classe ou na biblioteca escolar no ano anterior, porque não sabe como o que leu se conecta em sua vida.</p>
<p><strong>Acesso – E qual o papel da mediação da leitura na formação do leitor?<br />
</strong><strong>E. Y. – </strong>Todo. O bebê torna-se humano aprendendo a comer, falar e agir como humano. Portanto, a mediação existe para tudo. Com a leitura não seria diferente. O papel dos mediadores, família, escola, mídia, equipamentos culturais é justo esse: servir de ponto de encontro com a tradição civilizadora para os que chegam à sociedade, com nossas percepções e práticas. Oferecer-se como ponte entre dois tempos porque respeita ambos é mediar a apropriação e renovação das riquezas da cultura humana, como assinalou Hanna Arendt.</p>
<p><em><strong><span style="color: #888888;">Bernardo Vianna / blog Acesso</span></strong></em></p>
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		<title>Brasil fica com o quinto pior lugar em ranking sobre legislação de direitos autorais</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 17:50:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Acesso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[lei de direitos autorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Em ranking produzido a partir de pesquisa que analisa a legislação sobre direitos autorais de 30 países, o Brasil ocupa a quinta pior colocação, à frente apenas de Tailândia, Reino Unido, Argentina e Jordânia. <a href="http://www.blogacesso.com.br/?p=4917">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/lda.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4937" title="lda" src="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/lda-300x170.jpg" alt="" width="300" height="170" /></a>Em ranking produzido a partir de pesquisa que analisa a legislação sobre direitos autorais de 30 países, o Brasil ocupa a quinta pior colocação, à frente apenas de Tailândia, Reino Unido, Argentina e Jordânia. Realizada pela <strong><a title="http://www.consumersinternational.org/" href="http://www.consumersinternational.org/" target="_blank">Consumers International</a></strong>, organização que reúne entidades de defesa do consumidor de 115 países, a <strong><a title="http://a2knetwork.org/watchlist" href="http://a2knetwork.org/watchlist" target="_blank">IP Watchlist 2012</a></strong> publicou relatórios sobre a legislação de cada país pesquisado levando em conta as possibilidades apresentadas pelas leis de direito autoral para a concretização do direito ao acesso ao conhecimento. O relatório completo, em inglês, <a title="http://a2knetwork.org/sites/default/files/IPWatchlist-2012-ENG.pdf" href="http://a2knetwork.org/sites/default/files/IPWatchlist-2012-ENG.pdf" target="_blank">está disponível a partir deste link</a>.</p>
<p><a title="http://blogacesso.com.br/?p=2873" href="http://blogacesso.com.br/?p=2873" target="_blank">Leia aqui a matéria do blog <strong>Acesso</strong> que menciona a edição de 2010 da <strong>IP Watchlist</strong>.</a></p>
<p>Para Ronaldo Lemos, doutor em Direito pela <strong><a title="http://www.usp.br/" href="http://www.usp.br/" target="_blank">Universidade de São Paulo</a></strong>, coordenador do <strong><a title="http://direitorio.fgv.br/cts/" href="http://direitorio.fgv.br/cts/" target="_blank">Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas</a></strong> e do projeto <strong><a title="http://www.creativecommons.org.br/" href="http://www.creativecommons.org.br/" target="_blank">Creative Commons</a></strong> no Brasil, a lei brasileira de direitos autorais é uma das mais restritivas do mundo, o que acaba penalizando a educação e a inovação. “Como exemplo dessa restritividade, um professor mostrar trechos de um filme ou de um programa de televisão em sala de aula é considerado ilegal. Alguém que compra um CD em uma loja e passa as músicas para o seu tocador de MP3 também viola a lei. Um bibliotecário que queira digitalizar um livro que está se deteriorando para preservar seu conteúdo também está infringindo a lei. É claro que as pessoas passam por cima dessas proibições. E isso é só mais um sinal de que a lei precisa mudar”, afirma.</p>
<p>O <a title="http://a2knetwork.org/reports/brazil" href="http://a2knetwork.org/reports/brazil" target="_blank">relatório sobre a legislação brasileira</a> que compõe a pesquisa da <strong>Consumers International</strong> ficou a cargo do <strong><a title="http://www.idec.org.br/" href="http://www.idec.org.br/" target="_blank">Instituto de Defesa do consumidor – Idec</a></strong>. Em sua conclusão, o relatório aponta para uma estagnação na reforma da <strong><a title="http://www.cultura.gov.br/site/2008/02/02/lei-no-9610-de-19-de-fevereiro-de-1998/" href="http://www.cultura.gov.br/site/2008/02/02/lei-no-9610-de-19-de-fevereiro-de-1998/" target="_blank">Lei de Direito Autoral</a></strong> brasileira, em processo desde 2010, e diz não haver perspectivas de que a lei, ainda durante a atual gestão da Cultura, seja, enfim, revista. “É verdade, a reforma da Lei de direitos autorais acabou sendo revista pela Ministra Ana de Hollanda. Em vez de promover um equilíbrio na lei, essa nova revisão feita pelo <strong>Ministério da Cultura</strong> acabou aumentando ainda mais os desequilíbrios do texto. Com isso, a versão enviada pelo <strong>MinC</strong> para a <strong>Casa Civil</strong> tornou-se um documento cheio de contradições internas, difícil de ser tratado. Ela cria um sistema cartorial para o direito autoral brasileiro e propõe punições e mecanismos como a retirada automática de conteúdos da internet. Isso jogou a resolução desses temas para a <strong>Casa Civil</strong>, que não tem demonstrado interesse em retomar o processo”, concorda Ronaldo Lemos.</p>
<p>Para o pesquisador, o debate sobre direito autoral tornou-se uma política pública central relacionada não apenas ao campo da cultura como também ao do desenvolvimento. “O direito autoral, se bem formulado, tem a possibilidade de calibrar como se dá o acesso, a produção e a circulação do conhecimento no país. Mais do que isso, torna-se motor para a inovação, na medida em que regras claras, que incentivem o licenciamento eficiente das obras, a desburocratização e o equilíbrio entre direitos do autor e acesso ao conhecimento, são um insumo para a sociedade como um todo, com impacto positivo da educação ao empreendedorismo”, afirma Lemos.</p>
<p>Como exemplo, Lemos lembra que a legislação brasileira é ainda mais restritiva que a dos Estados Unidos, país apontado por ele como o que mais protege os direitos autorais. “Os tratados internacionais exigem que o Brasil tenha um patamar mínimo de proteção. Estamos hoje muito acima desse patamar e não existe justificava social ou econômica para isso. Os EUA perceberam que a economia do direito autoral é importante, mas a economia relacionada ao acesso também é. Foi isso que permitiu o surgimento das redes sociais e de empresas como <strong>Facebook</strong>, <strong>Google</strong>, <strong>YouTube</strong> e assim por diante. Hoje é praticamente impossível criar uma empresa como essas no Brasil. Se o <strong>YouTube</strong> tivesse sido criado aqui, não teria ido para frente”, explica.</p>
<p>Confira, no quadro abaixo, uma comparação, a partir dos dados do relatório, entre as legislações de Israel, que ocupa a primeira posição do <strong>IP Watchlist 2012</strong>; dos EUA, que ocupam a quinta posição; do Brasil, 26º colocado; e da Jordânia, que ocupa a última posição da lista.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="141">
<p align="center"><strong> </strong></p>
</td>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center"><span style="color: #ff9900;"><strong>Professores podem fazer cópias para uso em sala de aula?</strong></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center"><span style="color: #ff9900;"><strong>Bibliotecas podem emprestar livros ao público livremente?</strong></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center"><span style="color: #ff9900;"><strong>São permitidas cópias com adaptações para pessoas com deficiências?</strong></span></p>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="#FFCC99">
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center"><strong>Israel</strong></p>
</td>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center">Sim, de acordo com o critério de <em>fair use</em> (uso justo).</p>
</td>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center">Sim.</p>
</td>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center">Sim.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center"><strong>EUA</strong></p>
</td>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center">Julgado caso a caso de acordo com o critério de <em>fair use</em>.</p>
</td>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center">Sim.</p>
</td>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center">Sim.</p>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="#FFCC99">
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center"><strong>Brasil</strong></p>
</td>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center">Não é permitida a cópia mesmo para uso não comercial.</p>
</td>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center">De acordo com a lei brasileira, embora não seja a prática, o empréstimo ao público dependeria de autorização do proprietário dos direitos.</p>
</td>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center">Sim.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center"><strong>Jordânia</strong></p>
</td>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center">Sim. Instituições de ensino podem reproduzir obras completas para uso não comercial.</p>
</td>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center">Não é especificado pela legislação.</p>
</td>
<td style="vertical-align: middle;" width="141">
<p align="center">A legislação não prevê tal exceção.</p>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="#FFCC99" height="5px">
<td width="141"> </td>
<td width="141"> </td>
<td width="141"> </td>
<td width="141"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em><strong><span style="color: #888888;">Bernardo Vianna / blog Acesso</span></strong></em></p>
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		<title>Fique Ligado! Inscrições abertas para o Iberescena – Fundo de Ajuda para as Artes Cênicas Ibero-americanas</title>
		<link>http://www.blogacesso.com.br/?p=4910</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 18:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Acesso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Fundo de Ajuda para as Artes Cênicas Ibero-americanas – Iberescena está com inscrições abertas até o dia 13 de julho para a seleção de projetos de dança, teatro e circo. <a href="http://www.blogacesso.com.br/?p=4910">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/iberescena.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4911" title="iberescena" src="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/iberescena-300x170.jpg" alt="" width="300" height="170" /></a>O <strong><a title="http://www.iberescena.org/pt" href="http://www.iberescena.org/pt" target="_blank">Fundo de Ajuda para as Artes Cênicas Ibero-americanas – Iberescena</a></strong> está com inscrições abertas até o dia 13 de julho para a seleção de projetos de dança, teatro e circo. O fundo é atualmente integrado por 11 países, entre eles o Brasil, e receberá projetos enviados por residentes em qualquer dos países membros.</p>
<p>Representado no Brasil pela <strong><a title="http://www.funarte.gov.br/" href="http://www.funarte.gov.br/" target="_blank">Funarte</a></strong>, o <strong>Iberescena</strong> destinará, este ano, recursos para projetos de coprodução de espetáculos de teatro, dança e circo; ajuda a festivais, redes e circuitos; apoio a encontros e seminários voltados à formação na área de gestão e produção; e ajuda à criação dramatúrgica e coreográfica. O fundo também destinará recursos para projetos especiais conforme o estabelecido na décima reunião ordinária do <strong><a title="http://www.iberescena.org/pt/noticias/ata-da-xi-reunio-ordinria-do-comit-intergovernamental-do-programa-iberescena/c/1509" href="http://www.iberescena.org/pt/noticias/ata-da-xi-reunio-ordinria-do-comit-intergovernamental-do-programa-iberescena/c/1509" target="_blank">Comitê Intergovernamental do Programa Iberescena</a></strong>.</p>
<p>Criado em 2006, o fundo, que é financiado pela <strong><a title="http://segib.org/secretaria-pt/?lang=pt-pt" href="http://segib.org/secretaria-pt/?lang=pt-pt" target="_blank">Secretaria Geral Ibero-americana</a></strong>, tem como base as decisões tomadas pela <strong>Cúpula Ibero-americana de Chefes de Estado e Governo</strong>, em Montevidéu, para a execução de programa de fomento, intercâmbio e integração das atividades de artes cênicas ibero-americanas. Além do Brasil, fazem parte do programa Argentina, Colômbia, Chile, Costa Rica, Equador, Espanha, México, Peru, República Dominicana e Uruguai.</p>
<p>Mais informações no site <a href="http://www.iberescena.org/pt">http://www.iberescena.org/pt</a></p>
<p>Confira os editais:</p>
<p><strong><a title="http://www.iberescena.org/descarga.php?f=pt-2013-co-producao.pdf" href="http://www.iberescena.org/descarga.php?f=pt-2013-co-producao.pdf" target="_blank">Apoio à co-produção de espetáculos ibero-americanos das Artes Cênicas</a></strong></p>
<p><strong><a title="http://www.iberescena.org/descarga.php?f=pt-2013-redes.pdf" href="http://www.iberescena.org/descarga.php?f=pt-2013-redes.pdf" target="_blank">Apoio a redes, festivais e espaços cênicos para a programação de espectáculos</a></strong></p>
<p><strong><a title="http://www.iberescena.org/descarga.php?f=pt-2013-criacao.pdf" href="http://www.iberescena.org/descarga.php?f=pt-2013-criacao.pdf" target="_blank">Criação de dramaturgia e coreografia</a></strong></p>
<p><strong><a title="http://www.iberescena.org/descarga.php?f=pt-2013-encontros.pdf" href="http://www.iberescena.org/descarga.php?f=pt-2013-encontros.pdf" target="_blank">Apoio a encontros, workshops, seminários e congresos relacionados à gestão e produção das Artes Cênicas</a></strong><strong></strong></p>
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		<title>Piatã Stoklos – Cultura e sustentabilidade na Rio+20</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 19:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Acesso</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tendência]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade cultural]]></category>
		<category><![CDATA[economia criativa]]></category>
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		<description><![CDATA[Dando prosseguimento ao debate, publicamos entrevista com o gestor e pesquisador cultural Piatã Stoklos, sobre o tema da cultura como um dos pilares para o desenvolvimento sustentável. <a href="http://www.blogacesso.com.br/?p=4901">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quinta-feira, dia 03 de maio, o blog <strong>Acesso</strong> publicou <a title="http://blogacesso.com.br/?p=4889" href="http://blogacesso.com.br/?p=4889" target="_blank">matéria sobre a <strong>Declaração de São Paulo sobre Cultura e Sustentabilidade</strong></a>. Hoje, dando prosseguimento ao debate, publicamos entrevista com o gestor e pesquisador cultural Piatã Stoklos, sobre o tema da cultura como um dos pilares para o desenvolvimento sustentável. Piatã é coordenador de projetos culturais do <strong><a title="http://www.santandercultural.com.br/" href="http://www.santandercultural.com.br/" target="_blank">Santander</a></strong> no Brasil, membro do <strong><a title="http://www.unesco.de/3201.html?&amp;L=1" href="http://www.unesco.de/3201.html?&amp;L=1" target="_blank">Fórum Mundial U40</a></strong> para promoção da <strong><a title="http://unesdoc.unesco.org/images/0015/001502/150224por.pdf" href="http://unesdoc.unesco.org/images/0015/001502/150224por.pdf" target="_blank">Convenção da UNESCO sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais</a></strong> e colaborador do <strong><a title="http://observatoriodadiversidade.org.br/" href="http://observatoriodadiversidade.org.br/" target="_blank">Observatório da Diversidade Cultural – MG</a></strong>.</p>
<p><strong><a href="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/piatastoklos.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4902" title="piatastoklos" src="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/piatastoklos-300x170.jpg" alt="" width="300" height="170" /></a>Acesso – Como o tema da cultura passou a integrar o debate global sobre sustentabilidade?<br />
</strong><strong>Piatã Stoklos – </strong>O debate em prol de um desenvolvimento global “sustentável” ganhou contornos mais definidos na década de 70, quando percebeu-se que o modelo de crescimento adotado pela maioria dos países, no contexto da industrialização, começou a gerar riscos para a sustentabilidade do planeta. O foco, que antes estava unicamente na ampliação da produção de produtos e serviços, passou a ter que levar em conta também o impacto sobre o meio ambiente e a qualidade de vida das futuras gerações.</p>
<p>O tema da cultura como o quarto pilar surge mais expressivamente durante a <strong>Década da Cultura e Desenvolvimento da ONU</strong>, que gerou o relatório <strong>Nossa Diversidade Criadora</strong>, com ênfase na necessidade dos países considerarem a diversidade cultural em suas estratégias de desenvolvimento econômico.</p>
<p><strong>Acesso – É nesse período que têm início os movimentos relacionados à proteção e promoção da diversidade cultural?<br />
</strong><strong>P. S. – </strong>Os movimentos em prol da proteção e promoção da diversidade cultural [nome “oficializado” na <strong><a title="http://unesdoc.unesco.org/images/0012/001271/127160por.pdf" href="http://unesdoc.unesco.org/images/0012/001271/127160por.pdf" target="_blank">Declaração da UNESCO sobre a Diversidade das Expressões Culturais</a></strong>, em 2001] tiveram origem mais fortemente no que se chamou de luta pela “exceção cultural”, liderada pela França na década de 90 e, na esteira do movimento sobre o desenvolvimento sustentável ambiental, dizia que “a diversidade cultural é tão importante para a humanidade, como a biodiversidade é para a natureza”.</p>
<p><strong>Acesso – Por que a cultura deve ser considerada como o quarto pilar do desenvolvimento sustentável?<br />
</strong><strong>P. S. – </strong>O Relatório de 2004 do <strong>PNUD</strong> [órgão responsável pela avaliação do <strong>Índice de Desenvolvimento Humano – IDH</strong>, que na época já vinha sofrendo críticas em relação à efetividade do modelo de medição, que leva em conta somente aspectos de saúde, educação e econômicos], chamado <strong><a title="http://www.pnud.org.br/arquivos/arqui1089900676.zip" href="http://www.pnud.org.br/arquivos/arqui1089900676.zip" target="_blank">Liberdade cultural em um mundo diversificado</a></strong>, enfatiza a importância de atentar para os valores pessoais e coletivos ao pensar estratégias de desenvolvimento para os países. O relatório ressalta que o mundo globalizado gerou a oportunidade de conhecimento das outras culturas e de escolha sobre que caminhos seguir (desde religião até modos de vida em geral), e que é necessário apoiarmos a liberdade de escolha e os estilos de vida.</p>
<p><strong>Acesso – O relatório representa uma quebra de paradigma? Que mudanças podemos apontar a partir desse marco?<br />
</strong><strong>P. S. – </strong>A grande mudança desta visão é que o ser humano passa a ser olhado de maneira integral e não somente como um consumidor. Ou seja, ele passa a ser visto como um ser que necessita “viver” e não somente “sobreviver” e que, inclusive a sua própria sobrevivência, a sua saúde, necessita de uma realização não somente material, mas também subjetiva ou, como alguns preferem dizer, espiritual. A importância de colocarmos a cultura como um quarto pilar do desenvolvimento sustentável é que toda a diversidade cultural, a diversidade criativa, de valores e costumes, passa a ser mais um elemento e, nesse caso, um elemento que pode ser altamente criativo (por se tratar de diferentes modelos de vida), que contribua para um desenvolvimento melhor para todos e para cada um de nós, com fortalecimento econômico, proteção ambiental e igualdade de oportunidades.</p>
<p><strong>Acesso – O investimento em <a title="http://blogacesso.com.br/?tag=economia-criativa" href="http://blogacesso.com.br/?tag=economia-criativa" target="_blank">economia criativa</a></strong><strong>, mais especificamente, seria um caminho viável para a sustentabilidade?<br />
</strong><strong>P. S. – </strong>Sem dúvida a diversidade cultural apresenta diferentes modelos de desenvolvimento econômico, o que significa diferentes sistemas e formas de realizarmos trocas de insumos e produtos. Ou seja, traz novos olhares e questionamentos para a própria economia. A Economia Criativa, termo novo que está ganhando contornos de entendimento aos poucos, principalmente no Brasil, pode contribuir para a sustentabilidade econômica e ambiental pelo fato de valorizar a criatividade e a inovação, formas diferentes de se encarar os problemas e de promover desenvolvimento econômico ao País, assim como formas alternativas de se proteger o meio ambiente.</p>
<p><strong>Acesso – Existem diversas definições para o termo Economia Criativa. Como você percebe esse conceito?<br />
</strong><strong>P. S. – </strong>Usualmente, entende-se que a Economia Criativa é um conjunto de indústrias que engloba os setores da informação, da tecnologia, culturais e artísticos, ou seja, aquelas que têm como base a propriedade intelectual, os direitos autorais. Isso significa que são indústrias com intensidade criatividade e capacidade de inovação, já que são destas inovações que elas sobrevivem e se desenvolvem economicamente. É por essa riqueza criativa, aplicada de maneira a contribuir com o desenvolvimento econômico, social e ambiental, que a economia criativa pode ser um campo de extrema contribuição para os desafios impostos pela sustentabilidade planetária.</p>
<p><strong>Acesso – Nesse contexto, qual a importância da <a title="http://blogacesso.com.br/?p=4889" href="http://blogacesso.com.br/?p=4889" target="_blank">assinatura da Declaração de São Paulo sobre Cultura e Sustentabilidade</a></strong><strong>, no último dia 14, por representantes de diversos países sul-americanos, entre eles o Brasil?<br />
</strong><strong>P. S. – </strong>Os fóruns internacionais, como a <strong>Rio+20</strong>, sem dúvida alguma são instâncias que devemos aproveitar para debater questões relevantes para o melhor desenvolvimento de nossa sociedade. A Declaração, uma articulação de representantes federais de cultura de países sul-americanos, que rastreia uma ampla diversidade de temas concernentes à cultura como quarto pilar do desenvolvimento, vem em bom momento para afirmar e fomentar o compromisso das nações em incluírem o tema da cultura nas estratégias de desenvolvimento dos países e para reforçar a integração regional, facilitando a ação concertada entre os países.</p>
<p>O Brasil, um dos principais entusiastas da Declaração e da <strong>Convenção da UNESCO sobre a Diversidade Cultural</strong>, inovou ao criar a <strong>Secretaria da Diversidade Cultural</strong> no <strong>Ministério da Cultura</strong>, em 2003 e, em 2011, a de <strong>Economia Criativa</strong>. Puxar o movimento para inserir a cultura como quarto pilar do desenvolvimento sustentável, tão em sintonia com o tema da economia criativa, é mais uma ação que “combina” com um Brasil que pode liderar movimentos inovadores e, principalmente, que valorizem a cultura como um importante aspecto sobre o modo de construirmos nossa sociedade.</p>
<p><strong>Acesso – E que características deveríamos ter nas estratégias ou políticas públicas para promover a cultura como elemento do desenvolvimento sustentável?<br />
</strong><strong>P. S. – </strong>As políticas públicas podem ser desenvolvidas por todos os setores da nossa sociedade, seja pelo governo, pelas instituições privadas ou pelas organizações não-governamentais. É necessário que haja um intercâmbio cada vez maior entre os diferentes setores, para que insiram em seus modelos de governança critérios e estratégias com valores positivos para a sociedade de hoje, sem onerar a de amanhã e, preferencialmente, tornando o futuro cada vez melhor para todos nós. Valores como justiça social (acesso e qualidade de vida para todos), proteção ambiental (diversidade de vida, recursos naturais, saúde ecológica) e desenvolvimento econômico (otimização dos recursos disponíveis e distribuição igualitária) respondem às necessidades básicas de sobrevivência humana, porém não tratam da dimensão simbólica, dos valores e história de cada cultura. Colocar a cultura no centro das discussões sobre desenvolvimento sustentável significa dar importância estratégia para os valores das diferentes culturas, a diversidade de olhares sobre o “futuro”, sobre o significado de “desenvolvimento” e sobre modelos de sociedade que queremos construir, hoje.</p>
<p><strong>Acesso – Da mesma forma, o conceito de sustentabilidade também seria importante para preservar a diversidade cultural?<br />
</strong><strong>P. S. – </strong>A diversidade das expressões culturais está intimamente relacionada à diversidade do meio ambiente. As culturas crescem e se desenvolvem a partir de questões climáticas, históricas, geográficas e a partir de movimentos econômicos e situações sociais em geral. O conceito de sustentabilidade é uma ideia em discussão; precisamos aperfeiçoar, entender melhor e, principalmente, colocar em prática. O que é em si a “sustentabilidade”? Quais os seus limites? Teríamos como desenhar um desenvolvimento idealmente sustentável? Quais os impactos dessa visão para o modelo econômico que temos hoje? O que temos que ajustar em nossa cultura, em nosso jeito de ser e fazer as coisas?</p>
<p><strong>Acesso – Por que é tão importante promover e proteger a diversidade cultural?<br />
</strong><strong>P. S. – </strong>Cada cultura entende o desenvolvimento de uma forma. A diversidade cultural, mais uma vez com sua diversidade criativa, pode oferecer soluções e práticas ainda não realizadas. Proteger e promover a diversidade das expressões culturais, ou seja, “sustentá-las”, é garantir a riqueza simbólica da nossa história e dos nossos povos, preservando ideias e gerando inspiração na busca por um mundo melhor para vivermos.</p>
<p><em><strong><span style="color: #888888;">Bernardo Vianna / blog Acesso</span></strong></em></p>
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		<title>Cultura e sustentabilidade na Rio+20</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 18:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Acesso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Responsável pelos debates sobre Cultura e Sustentabilidade, o Ministério da Cultura – MinC reuniu, no dia 14 de abril, em São Paulo, representantes de oito países sul-americanos, entre eles cinco ministros, para posicionarem-se como bloco em relação aos temas debatidos durante a Rio+20. <a href="http://www.blogacesso.com.br/?p=4889">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/culturaesustentabilidade.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4891" title="culturaesustentabilidade" src="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/culturaesustentabilidade-300x170.jpg" alt="" width="300" height="170" /></a>Vinte anos depois da <strong>Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento</strong>, a <strong>Rio 92</strong>, a cidade do Rio de Janeiro recebe, em junho deste ano, a <strong><a title="http://hotsite.mma.gov.br/rio20/" href="http://hotsite.mma.gov.br/rio20/" target="_blank">Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável</a></strong>, ou <strong>Rio+20</strong>. Responsável pelos debates sobre <strong><a title="http://www.cultura.gov.br/site/tag/rio-20/" href="http://www.cultura.gov.br/site/tag/rio-20/" target="_blank">Cultura e Sustentabilidade</a></strong>, o <strong><a title="http://www.cultura.gov.br/" href="http://www.cultura.gov.br/" target="_blank">Ministério da Cultura – MinC</a></strong> reuniu, no dia 14 de abril, em São Paulo, representantes de oito países sul-americanos, entre eles cinco ministros, para posicionarem-se como bloco em relação aos temas debatidos durante a <strong>Rio+20</strong>. Durante o encontro, foi assinada a <strong><a title="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Declara%C3%A7%C3%A3o-de-S%C3%A3o-Paulo-Sobre-Cultura-e-Sustentabilidade.pdf" href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Declara%C3%A7%C3%A3o-de-S%C3%A3o-Paulo-Sobre-Cultura-e-Sustentabilidade.pdf" target="_blank">Declaração de São Paulo sobre Cultura e Sustentabilidade</a></strong>, que defende a cultura como o quarto pilar do desenvolvimento sustentável ­ – os outros três pilares adotados mundialmente, sob o nome de <em>Triple Bottom Line</em>, são o social, o ambiental e o econômico.</p>
<p>“O documento representa a liderança dos governos da América do Sul, que consideram a cultura tema prioritário da pauta do desenvolvimento, buscando efetivar ações de cooperação e iniciativas conjuntas que fortaleçam o caráter transversal da cultura e sua relação com as políticas públicas”, explicou o secretário executivo do <strong>MinC</strong>, Vitor Ortiz. Assinada por representantes da Argentina, da Bolívia, do Chile, do Equador, do Paraguai, do Peru, do Uruguai e pela ministra brasileira da Cultura, Anna de Hollanda, a declaração deverá ser encaminhada às autoridades negociadoras da <strong>Rio+20</strong> para que faça parte da elaboração do documento final da conferência.</p>
<p><strong>Pilares do desenvolvimento sustentável</strong></p>
<p>Para a reflexão sobre a construção de um modelo global de desenvolvimento sustentável, a <strong>Rio+20</strong> considera os pilares social, ambiental e econômico. Para o secretário Vitor Ortiz, a cultura seria o elemento transversal capaz de articular os três temas centrais do desenvolvimento sustentável. “Seu papel perpassa o social, o econômico e o ambiental, articulando-os e dando-lhes coerência. O centro propulsor desta contribuição deve ser a cidadania e o acesso à cultura, a consolidação dos direitos culturais, a garantia da diversidade e de uma dimensão cultural do desenvolvimento”, disse o secretário.</p>
<p><a href="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/vitor_ortiz.jpg"><img class="alignleft  wp-image-4892" title="vitor_ortiz" src="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/vitor_ortiz.jpg" alt="" width="240" height="169" /></a>Para Ortiz, a cultura tem potencial para ser o fator diferencial na construção de uma resposta aos desafios da sustentabilidade. “Além da importante atuação estética, na mobilização da sociedade, a dimensão formada pelos saberes, fazeres e experiências culturais contribui para dar maior organização e organicidade aos novos processos, aumentando seu alcance junto à população, tornando-os mais permanentes no tempo e no espaço”, disse.</p>
<p>Durante o debate entre os representantes sul-americanos, segundo informações do <strong>MinC</strong>, o ministro da Cultura do Paraguai, Tício Escobar, afirmou que a Cultura é o pivô fundamental para a visão contemporânea de desenvolvimento, pois traz a possibilidade de interlocução com a diversidade, e lembrou que a sustentabilidade é, essencialmente, um conceito cultural. Já o ministro uruguaio Ricardo Ehrlich disse que o conceito de sustentabilidade traz mudanças fundamentais na concepção de desenvolvimento econômico, uma vez que inclui o crescimento humano como peça importante para o desenvolvimento das nações.</p>
<p><strong>Sustentabilidade e diversidade cultural</strong></p>
<p>De acordo com a <strong><a title="http://unesdoc.unesco.org/images/0012/001271/127160por.pdf" href="http://unesdoc.unesco.org/images/0012/001271/127160por.pdf" target="_blank">Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural</a></strong>, documento produzido pela <strong><a title="http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/" href="http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/" target="_blank">Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO</a></strong>, “a diversidade cultural é, para o gênero humano, tão necessária como a diversidade biológica para a natureza”.</p>
<p>Para Vitor Ortiz, assim como o movimento ambientalista criou o conceito de desenvolvimento sustentável, forma de conciliar crescimento econômico e preservação do meio ambiente, pode-se, também, falar em “sustentabilidade cultural”. “A concepção de um desenvolvimento sustentável e de uma nova sociedade verde precisa considerar a pluralidade dos sistemas de conhecimento, o complexo embate entre desenvolvimento e a ameaça às comunidades tradicionais, aos povos indígenas, às culturas originárias e às vivências locais”, afirmou Ortiz. “O modelo atual das sociedades contemporâneas tende ainda a uma estandardização da cultura e sua instrumentalização. A isso devemos contrapor uma nova visão do papel da cultura no mundo atual”, completou.</p>
<p>Sustentabilidade cultural significaria ainda, segundo Ortiz, erradicar a miséria, a pobreza e o analfabetismo, chegar aos níveis superiores de educação e usufruir dos benefícios da ciência e da tecnologia. “Pressupõe respeitar e proteger a diversidade cultural, ter acesso às coisas belas e, no limite, conquistar a paz. Paz não como ausência de conflitos, mas como possibilidade de solucioná-los por meios não-violentos”. Para o secretário, tal tarefa não cabe exclusivamente aos governos nacionais, mas deve articular de forma dinâmica os demais agentes públicos, em especial os governos locais, as organizações da sociedade civil e a iniciativa privada.</p>
<p><em><strong><span style="color: #888888;">Bernardo Vianna / blog Acesso</span></strong></em></p>
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		<title>Fique Ligado! Inscrições abertas para a dança</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 15:48:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Acesso</dc:creator>
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		<category><![CDATA[dança]]></category>
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		<description><![CDATA[No Fique Ligado! de hoje, o blog Acesso reuniu editais e convocatórias para inscrições em programas de incentivo à dança promovidos em diversas cidades brasileiras. Confira! <a href="http://www.blogacesso.com.br/?p=4878">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/dança.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4880" title="dança" src="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/dança-300x170.jpg" alt="" width="300" height="170" /></a>“Dance, do contrário estaremos perdidos”, disparava a coreógrafa alemã Pina Bausch, cujas coreografias, filmadas pelo diretor Win Wenders para o filme <strong><a title="http://www.wim-wenders.com/movies/movies_spec/pina/pina.htm" href="http://www.wim-wenders.com/movies/movies_spec/pina/pina.htm" target="_blank">Pina</a></strong>, têm lotado salas de cinema, reacendendo o interesse do público pela dança contemporânea. No <strong><a title="http://blogacesso.com.br/?s=fique+ligado%21&amp;cat=" href="http://blogacesso.com.br/?s=fique+ligado%21&amp;cat=" target="_blank">Fique Ligado!</a></strong> de hoje, o blog <strong>Acesso</strong> reuniu editais e convocatórias para inscrições em programas de incentivo à dança promovidos em diversas cidades brasileiras. Confira!</p>
<p><span style="color: #ff9900;"><strong>Conexão Dança</strong></span></p>
<p>O que é: o tema da quarta edição do <strong>Conexão Dança</strong> é a reflexão sobre os 400 anos de São Luís, com o recorte “Para Habitar a Cidade” e seus diversos desdobramentos. As inscrições estão abertas para os módulos: “Mostra Artística Local”, que pretende promover espaço de circulação e encontro dos artistas maranhenses; e “Residências de Criação Colaborativa”, que irá escolher artistas locais para participar das obras <strong>Não Alimente os Animais</strong>, de Ricardo Marinelli, e <strong>Árvores</strong>, de Clarice Lima.</p>
<p>Inscrições: até 10 de maio</p>
<p>Mais informações: <a title="http://pt.scribd.com/doc/89651193/Convocatoria-Geral-Conexao-Danca-ANO-IV" href="http://pt.scribd.com/doc/89651193/Convocatoria-Geral-Conexao-Danca-ANO-IV" target="_blank">neste lik</a> ou pelo e-mail <a href="mailto:conexaodanca.slz@gmail.com">conexaodanca.slz@gmail.com</a>.</p>
<p><span style="color: #ff9900;"><strong>Seminário Interseções: Corpo e Memória</strong></span></p>
<p>O que é: o <strong>Seminário Interseções: Corpo e Memória</strong> acontecerá na <strong>Universidade Federal de Pernambuco – UFPE</strong> de 19 a 22 de setembro. Podem apresentar trabalhos alunos de graduação e pós-graduação, professores e pesquisadores vinculados ou não a instituições de ensino superior de qualquer área do conhecimento.</p>
<p>Inscrições: até 31 de maio.</p>
<p>Mais informações: <a title="http://associacaoreviva.org.br/site/archives/788" href="http://associacaoreviva.org.br/site/archives/788" target="_blank">confira o site</a> ou escreva para <a href="mailto:secretaria.intersecoes@associacaoreviva.org.br">secretaria.intersecoes@associacaoreviva.org.br</a>.</p>
<p><span style="color: #ff9900;"><strong>14ª Mostra SESC Cariri de Culturas</strong></span></p>
<p>O que é: a <strong><a title="http://www.mostracariri.com.br/" href="http://www.mostracariri.com.br/" target="_blank">14ª Mostra SESC Cariri de Culturas</a></strong> acontece durante nove dias, entre 9 e 14 de novembro, em 21 municípios da região do Cariri, no Ceará. A proposta é apresentar um panorama da produção artístico-cultural e proporcionar intercâmbios. Serão selecionados projetos nas categorias Artes Cênicas (Teatro, Circo, Dança), Artes Visuais, Música, Literatura e Audiovisual.</p>
<p>Inscrições: até 5 de junho.</p>
<p>Mais informações: <a title="http://mostracariri.sesc-ce.com.br/images/downloads/regulamento_mostra_cariri_final.pdf" href="http://mostracariri.sesc-ce.com.br/images/downloads/regulamento_mostra_cariri_final.pdf" target="_blank">edital completo</a>. <a title="http://pi.sesc-ce.com.br:8082/inscricao-mostra/home.seam" href="http://pi.sesc-ce.com.br:8082/inscricao-mostra/home.seam" target="_blank">Link para inscrições no site</a>.</p>
<p><span style="color: #ff9900;"><strong>Rumos Itaú Cultural 2012-2014</strong></span></p>
<p>O que é: o programa <strong>Rumos Itaú Cultural 2012-2014</strong> abriu a quinta edição do edital de fomento à dança, cinema e vídeo, moda e design. A proposta do edital de dança é privilegiar as iniciativas desenvolvidas fora do âmbito institucional (faculdades, companhias oficiais, academias e escolas) e que não apresentam apelo comercial ou apoio financeiro estável. Na seleção dos projetos, será levado em conta o papel da proposta na formação em dança no Brasil ou seu caráter de pesquisa.</p>
<p>Inscrições: Ate 13 de julho</p>
<p>Mais informações: <a title="https://www.itaucultural.org.br/cadastros/rumos/paginas/default.aspx" href="https://www.itaucultural.org.br/cadastros/rumos/paginas/default.aspx" target="_blank">neste link</a>. <a title="https://www.itaucultural.org.br/cadastros/rumos/Include/pdf/rumos_danca_2012-2014.pdf" href="https://www.itaucultural.org.br/cadastros/rumos/Include/pdf/rumos_danca_2012-2014.pdf" target="_blank">Confira aqui o edital</a>.</p>
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